A revista Veja
conseguiu entrar na intimidade da prisão de Lula. A pergunta que
fica é: Como?
Uma prisão restrita até mesmo aos amigos e pessoas importantes,
como o Nobel da Paz Adolfo Pérez Esquivel que carrega consigo uma
importante luta pela garantia dos direitos humanos, além de amigos e
partidários.
A Veja é poderosa e inescrupulosa. Não seria por menos, afinal,
ela faz parte do Grupo Abril, que está na tentativa de se livrar de
uma falência iminente utilizando-se da melhor estratégia midiática
pra enriquecer em tempos de instabilidade social, o jornalismo de
“GUERRA”.
Este tipo de jornalismo é essencial para se produzir constante desconfiança e manter estável os planos de quem quer o poder de forma pouco democrática, portanto, quem se presta a fazer esse tipo de serviço receberá o apoio necessário.
A Veja tem tido a coragem que poucos meios de comunicação têm. Ela consegue com certa frequência, informações e acessos “exclusivos” contra Lula. Protegidos pelo sigilo da fonte, que garante a liberdade de imprensa, estes fazem o trabalho “sujo” dos interessados em manter a população com os ânimos sempre controlados, controlados por eles.
Se a imprensa, principalmente esta, consegue invadir a intimidade de um preso, cujo o acesso é muito restrito, e divulgar a sua desgraça e o tratamento dado, algum servidor público a permitiu ou facilitou o acesso. Por um bom “cala-a-boca” (dinheiro), muita gente pode fazer vista grossa a alguns privilégios e sem provas pra a abertura de a denúncia, não pode fazer a abertura de um inquérito policial para investigar o caso.
Como a Veja divulgou o caso
A revista começa seu texto no site com a velha estratégia de destilamento de ódio, ressaltando como o tratamento dado a Lula é diferente dos outros encarcerados, mas sem dizer exatamente as diferenças. Ela diz:“uma rotina diferente da dos outros 22 presos na carceragem da PF em Curitiba.”Ainda comenta a “regalia” nos horários de sono de um homem de 72 anos, cujo o dia começa as 7 da manhã. Deixa clara a regalia de a porta do cárcere não ser trancada mas, somente fechada. Ah tá! Um homem de tanta periculosidade poderia sair em fuga a qualquer comento. Poupem-me!
É clara a intenção da revista em manter acesa a chama do ódio de alguns. Estes fazem um ótimo trabalho para os interesses dos patrocinadores desse tipo de mídia.
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